DRAMA FUTURISTA

Dica: Periféricos é a série perfeita para os órfãos de Westworld

Atração do Prime Video é dos mesmos criadores da trama cancelada pela HBO
REPRODUÇÃO/PRIME VIDEO
Chloë Grace Moretz na série Periféricos
Chloë Grace Moretz na série Periféricos

A decisão chocante da HBO de cancelar Westworld ainda reverbera em Hollywood. Fãs do drama futurista seminal estão desolados, mas uma atração recém-lançada pode consolá-los. Apresentando uma pegada semelhante, a série Periféricos, disponível no Prime Video, tem tudo para abrigar os órfãos de Westworld. Com o detalhe de ambas terem os mesmos produtores executivos, o casal Jonathan Nolan e Lisa Joy.

Periféricos tem uma carga intensa de ficção científica similar à de Westworld. O mundo nos anos vindouros é altamente tecnológico, com robôs transitando entre nós. Se em Westworld essas máquinas eram conhecidas como anfitriões, na produção do streaming da Amazon elas atendem pelo nome de periféricos (um dos motivos de a série ter esse nome).

Periféricos se equipara com Westworld, mas estão longe de serem idênticas. Uma diferenciação nítida está no simbolismo da narrativa. Enquanto Westworld tratou de temas como livre arbítrio e violência, Periféricos aborda assuntos sociais, falando da destruição da humanidade por causa de pandemias e do descuido em relação ao meio ambiente, além de contrapor a desigualdade brutal de renda entre os muitos pobres e poucos ricos.

A série da Amazon tem ação, teorias a serem decifradas, muitos efeitos especiais, viagem no tempo através de transferência de dados, videogames realistas, heroína como a principal peça do tabuleiro… Sem dúvida, quem gostou de Westworld deve dar uma chance para Periféricos.

Pôster de Periféricos destaca que série é dos criadores de Westworld
Pôster de Periféricos destaca que série é dos criadores de Westworld

Conheça a narrativa de Periféricos

Flynne Fisher (Chloë Grace Moretz) vive com o irmão, Burton (Jack Reynor), em uma área rural e desolada dos Estados Unidos, onde os empregos são escassos e muitos sobrevivem na clandestinidade, fazendo impressões ilegais em 3D e jogando videogame por dinheiro. Isso no ano de 2032.

Veterano de guerra, Burton é contratado para testar um jogo de realidade virtual, mas quem realmente faz o “test drive” do game é Flynne, que assume a identidade do irmão no joguinho bem real, no qual é possível experimentar sensações como a dor, o toque, entre outras.

Nesse novo jogo, ambientado em Londres, Flynne é encarregada de invadir uma corporação conhecida como Instituto de Pesquisa; o objetivo é roubar um segredo valioso. Quando a tarefa dá muito errado, Flynne começa a perceber que o game é mais real do que ela jamais poderia imaginar. A Londres que ela está explorando existe no futuro… no ano de 2099. 

E o que Flynne descobriu no Instituto de Pesquisa colocou ela e sua família em perigo. Há pessoas do futuro que querem usar Flynne para obter as informações que ela roubou, enquanto outras a querem morta. 

A jovem encontra Wilf (Gary Carr) na Londres do futuro, um homem que pode ser a chave para desvendar tal mistério. Mas primeiro, no presente, Flynne e Burton, juntamente com sua antiga unidade militar de elite, devem se unir para se livrar das forças que pretendem matá-los, forças enviadas do futuro para recuperar o segredo vital que Flynne roubou.

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