SÉRIE CLÁSSICA

Executivos de TVs dos EUA descartam reboot de Dra. Quinn, a Mulher que Cura

Protagonista do drama faroeste, Jane Seymour está na frente do projeto repaginado
DIVULGAÇÃO/CBS
Joe Lando com Jane Seymour em Dra. Quinn, a Mulher que Cura
Joe Lando com Jane Seymour em Dra. Quinn, a Mulher que Cura

Um reboot de Dra. Quinn, a Mulher que Cura está pronto, com o primeiro episódio roteirizado e toda a série planejada. A atriz Jane Seymour, protagonista do drama de época revolucionário e hit mundial, bateu de porta em porta nas TVs americanas oferecendo o projeto. Segundo ela, todos disseram não.

“Levamos o projeto de refazer a série para as redes, mas eles [executivos] disseram que não estão interessados em [tramas tipo] faroeste, westerns”, contou Jane, em entrevista ao site The Messenger.

Ela ficou confusa ao ouvir tal justificativa. “Eu acho que isso é uma loucura”, disse, comentando o motivo da rejeição. “Parece que tem muitos westerns bem-sucedidos por aí, por isso fiquem sem entender nada.”

O que a deixou mais perplexa, porém, foi a contraproposta de um executivo. “Me propuseram, ontem à noite, aliás, fazer uma Dra. Quinn contemporânea, acredite ou não”, revelou Jane. “Tipo, por que eu faria isso? O ponto principal de Dra. Quinn é mostrar que a vida não mudou muito desde a década de 1870 até agora, em alguns aspectos. Muitas das mesmas questões daquele tempo são problemáticas da atualidade Acredito que daí vem a magia da série.”

Dra. Quinn, a Mulher Que Cura estreou em 1993, nos Estados Unidos, e foi até 1998 (150 episódios em seis temporadas; e dois telefilmes). No Brasil, fez sucesso no SBT, chegando a ser exibida no horário nobre.

Ambientada a partir de 1867, a série trouxe Jane Seymour na pele de Michaela Quinn, médica que deixou a cidade grande, Boston, para morar no Velho Oeste, no Estado do Colorado. 

O detalhe é que ela só conseguiu o emprego de doutora em uma pequena cidade porque foi confundida com um homem. Quem a contratou, via telégrafo, pensou que se tratava de um Michael Quinn. 

Vale pontuar que no idioma inglês, o substantivo doutor (doctor) não tem flexão de gênero; o nome original da série é Dr. Quinn, Medicine Woman, diferentemente de como foi grafado no português.

Jane disse que não desistiu de emplacar um remake de Dra. Quinn, buscando forças e apoio na equipe criativa que armou para desenvolver a nova trama. Ela não perdeu as esperanças.

Com 72 anos, a atriz atualmente é protagonista da série Harry Wild, lançada no ano passado e inédita no Brasil; tem duas temporadas e foi renovada para a terceira. Ela vive a professora de literatura Harriet ‘Harry’ Wild, que logo quando está se ajustando à vida de aposentada é vítima de um assalto. 

Enquanto se recupera na casa de seu filho, um detetive da polícia de Dublin (Irlanda), Harry encontra uma pista de seu caso e decide investigar o crime por si própria. Assim, ela encontra um novo caminho como detetive particular.


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