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Do melhor ao pior: ranking dos episódios de Contos de The Walking Dead

Série diferentona da franquia zumbi está disponível no Prime Video
IMAGENS: DIVULGAÇÃO/AMC
Samantha Morton (à esq.) com Scarlett Blum em Contos de The Walking Dead
Samantha Morton (à esq.) com Scarlett Blum em Contos de The Walking Dead

Com um ano e meio de atraso, a série Contos de The Walking Dead finalmente estreou no Brasil, no Prime Video, na última quarta-feira (20). A proposta da atração é bastante interessante: apresentar histórias distintas, em cada um dos seis episódios, sobre pessoas que sobrevivem no meio do apocalipse zumbi, tendo conexão direta ou não com o enredo narrado em The Walking Dead.

Esse formato é atraente porque o espectador pode assistir aos episódios fora de ordem, partindo por exemplo daquele que aparenta ser o mais atraente, instigante. 

O Diário de Séries montou um ranking elencando os capítulos, do melhor ao pior, para facilitar essa experiência e incitar um debate sobre a qualidade dos episódios, levando-se em consideração desde o aspecto do puro entretenimento até o esmero da história contada. Confira:

Episódio 1 – Evie/Joe
Aqui, foi capturado a essência de aventura excelente para episódios únicos, alicerçada naquela dinâmica de pessoas desconhecidas e diferentes que se unem em prol de um único objetivo. Terry Crews e Olivia Munn provaram ter uma química perfeita para esse tipo de história, dando aquele saboroso gostinho de quero mais, sendo um dos poucos contos da série que provoca essa vontade. E tem nuances de humor bem-vindos, algo raro de se ver na franquia zumbi, além de descortinar uma verdadeira reviravolta aterrorizante que chacoalha a trama.

Episódio 3 – Dee
De todos os episódios de Contos de The Walking Dead, esse é o de maior conexão com a trama matriz. É contada a origem da temida vilã Alpha, brilhantemente interpretada por Samantha Morton, antes de ela virar a líder dos Sussuradores, pessoas que se cobriam com peles de zumbis e se misturavam entre eles. Dee é um capítulo que acrescenta valor, de forma significativa, ao cânon de The Walking Dead.

Jillian Bell (à esq.) com Parker Posey em Contos de The Walking Dead
Jillian Bell (à esq.) com Parker Posey em Contos de The Walking Dead

Episódio 2 – Blair/Gina
Para aproveitar melhor esse capítulo, é preciso deixar a lógica de lado e abraçar o absurdo. Contos de The Walking Dead foi criada para abrir espaço a histórias experimentais, e esse é o caso. As duas personagens centrais, funcionária e chefe, vivem um loop temporal com um quê de comédia misturado com tragédia. O episódio tem força na atuação. O conto fora da caixinha recebe aprovação principalmente se os quesitos forem ousadia e alegria. 

Episódio 4 – Amy/Dr. Everett
O principal aspecto desse episódio é se passar no futuro, 35 anos depois do início do surto zumbi, para ser exato. Não, a vida não melhorou após quase quatro décadas, com os mortos-vivos ainda perambulando por aí, sem cura à vista no horizonte. Esse capítulo oferece esse olhar muito intrigante, que ganha mais força com a visão do cientista Chauncey Everett (Anthony Edwards), um documentarista da natureza. Ele, porém, se dedica a uma tese estranha, defendendo que os zumbis são o próximo estágio da evolução.

Episódio 6 – La Doña
O gênero terror domina esse episódio, que é prato cheio para os fãs de histórias sobre fantasma e casa abandonada. Um casal acaba tomando posse de uma residência que pertencia a uma senhora chamada, adequadamente, de Doña Alma. Idalia (Daniella Pineda) não fica confortável com a situação e, ao mesmo tempo, passa a ter várias alucinações e visões, ouvindo a voz de Alma insistindo que a casa pertence a ela. La Doña entrega com primor toda a fórmula de produções desse nicho.

Episódio 5 – Davon
O elo mais fraco de Contos de The Walking Dead não é, necessariamente, descartável. A história aqui é de suspense e mistério, pois o protagonista, vivido por Jessie T. Usher, acorda de repente em uma cidade perigosa e estrangeira sem memória de como chegou lá. Ele precisa juntar fragmentos de sua mente perturbada para descobrir por que as pessoas dali o acusam de assassinato. Em comparação aos outros, é um episódio pouco inventivo e sem empolgação.


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