'SOCIALITE'

Golpista de Inventando Anna sai da cadeia e é proibida de usar redes sociais

Vigarista, cuja trajetória de trambiques foi narrada em série da Netflix, vai para prisão domiciliar
REPRODUÇÃO/ABC
Anna Sorokin durante entrevista à rede ABC, em 2021
Anna Sorokin durante entrevista à rede ABC, em 2021

Nesta quarta-feira (5), a golpista Anna “Delvey” Sorokin recebeu uma sentença favorável: foi liberta da cadeia federal americana na qual estava há 18 meses. Ela, que teve a trajetória de trambiques fenomenais narrada na minissérie Inventando Anna (Netflix), agora vai cumprir prisão domiciliar, precisa pagar uma fiança de US$ 10 mil (R$ 51 mil) e está proibida de acessar qualquer rede social.

Decretada pelo juiz Charles Conroy, e publicada em primeira mão pelo site The Daily Beast, a liberação de soltura de Anna Sorokin não foi imediata. É preciso que ela, junto com os advogados, acerte trâmites burocráticos, como quitar a fiança e informar o endereço no qual irá passar os próximos dias monitorada eletronicamente.

A fama da vigarista a ajudou, pois o juiz permitiu a liberação pelo fato de ela ser bem conhecida, sugerindo que seria muito difícil qualquer desaparecimento ou fuga.

O imbróglio de Anna está conectado ao drama indicado ao Emmy lançado pela Netflix. A impostora russa, que entrou na alta sociedade nova-iorquina se portando como uma herdeira germânica, fez todo tipo de maracutaia e roubos, enganando de instituições bancárias a amigas.

A saga jurídica da falsária começou em abril de 2019, quando foi condenada por tais atitudes e crimes. Ela passou quase dois anos atrás das grades de uma penitenciária estadual de Nova York, sendo solta em fevereiro de 2021 por bom comportamento. 

Semanas depois, ela foi presa novamente, mas agora por causa do visto expirado. Então, ela passou a lidar com o departamento de imigração americano.

Anna luta em duas frentes. Além de tentar limpar o nome tanto em questões cíveis quanto criminais, ela quer evitar ser deportada para a Alemanha, por ser cidadã do país europeu. O desejo dela é permanecer nos Estados Unidos.

Mesmo sob o jugo do ICE (Serviço de Imigração e Controle Aduaneiro dos EUA), ela conseguia atualizar as contas nas redes sociais; provavelmente alguém postava algo a mando dela. Só no Instagram, por exemplo, Anna tem um milhão de seguidores. Contudo, o juiz determinou que ela não pode acessar nenhuma rede social, diretamente ou por terceiros, durante a prisão domiciliar.

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