
A Netflix acertou em cheio ao resgatar uma série brasileira de 2016 produzida pela Fox. Proibida para menores de 18 anos, Me Chama de Bruna está em alta na plataforma do tudum, alcançando a segunda posição do ranking top 10 diário dois dias após o lançamento, ficando atrás apenas da inconteste comédia Emily em Paris.
No último sábado (30), a gigante do streaming estreou Me Chama de Bruna em seu catálogo, cuja trama retrata a história real de uma jovem carioca que entrou no mundo da prostituição aos 17 anos. Com forte carga erótica e nudez explícita, a série tem como inspiração a vida de Raquel Pacheco, mais conhecida como Bruna Surfistinha.
O protagonismo é de Maria Bopp, em seu primeiro grande trabalho da carreira. Ela vive Raquel/Bruna, que ganhou muita fama assim que passou a escrever um blog sobre como eram seus programas com os clientes.
Antes de ser conhecida como a prostituta mais famosa do Brasil, Bruna era nada mais do que uma jovem comum de classe média do Rio de Janeiro com um desejo intenso de liberdade.
Porém, assim que saiu da casa dos pais, Bruna foi submergindo em um mundo paralelo perigoso envolto em muito sexo, drogas pesadas e violência. O crescimento repentino e as feridas causadas por ele deixaram cicatrizes profundas que moldaram a sua personalidade.
Me Chama de Bruna conta com quatro temporadas (32 episódios); chegou ao fim em janeiro de 2020. A primeira exibição foi no extinto canal pago Fox Premium. Depois de passar em todos os canais do grupo Fox, que atualmente pertencem à Disney, a série teve um período de estadia no Globoplay.
Hoje, além da Netflix, a atração está disponível no Disney+. Também na gigante do streaming, o assinante pode conferir o filme Bruna Surfistinha (2011), com a atriz Deborah Secco na pele de Raquel. •

João da Paz é editor-chefe do site Diário de Séries. Jornalista pós-graduado e showrunner, trabalha na cobertura jornalística especializada em séries desde 2013. Clique aqui e leia todos os textos de João da Paz – email: contato@diariodeseries.com.br



