BASEADA EM FATOS

A história real da nova série HBO sobre a epidemia de Aids no Brasil

Conheça o drama nacional Máscaras de Oxigênio (Não) Cairão Automaticamente
DIVULGAÇÃO/HBO
Elenco de série da HBO sobre a Aids no Brasil
Elenco de série da HBO sobre a Aids no Brasil

A HBO lança, no domingo (31), a sua mais nova minissérie nacional: Máscaras de Oxigênio (Não) Cairão Automaticamente. Essa escolha por um título cifrado prejudica o peso da trama, que tem tudo para ser bastante interessante. O objetivo da atração é retratar a epidemia de Aids no Brasil durante a década de 1980, um período de grande tensão.

Durante cinco episódios, a minissérie baseada em fatos acompanha um grupo de comissários de bordo que, ao ver amigos e colegas adoecerem sem acesso ao tratamento de Aids, inicia uma operação arriscada de trazer ilegalmente o medicamento AZT do exterior, mobilizando uma rede de solidariedade em meio à negligência do governo frente à crise.

O elenco é liderado por Johnny Massaro (Filhos da Pátria), Ícaro Silva (Coisa Mais Linda) e Bruna Linzmeyer (Notícias Populares). Eles lideram a história que propõe uma reflexão urgente sobre empatia e a resistência comunitária diante de uma geração marcada pela dor, mas também pela coragem de enfrentar o preconceito e lutar por dignidade e vida.

História real
Em 1982, foi registrado o primeiro caso de Aids no Brasil, uma doença pouco conhecida até então e que afetou a vida de centenas de pessoas de todas as classes sociais.

As pautas de liberdade em relação à expressão e orientação sexual estavam em alta na época, logo após a abertura política do País. Mas esta liberdade foi impactada pela chegada da doença, que no primeiro momento afetou principalmente homens homossexuais. Os infectados não tinham acesso a medicamentos para lutar pela vida, além de enfrentarem o medo e o preconceito.  

O Brasil saiu à frente na América Latina, sendo o primeiro país da região a começar os testes para detectar anticorpos para o HIV-1, causador da infecção, em 1987. No mesmo ano, foi publicado o primeiro estudo comprovando a eficácia do AZT, medicamento antirretroviral para pacientes com Aids no mundo.

Na época, o remédio tinha venda proibida no país, mas era a única esperança para quem fosse diagnosticado, principalmente no estágio avançado da doença.

Daí entra a narrativa da minissérie, sobre um grupo de comissários de bordo no Rio de Janeiro, liderados por um chefe de cabine gay e com HIV, que cria um esquema de contrabando de AZT para salvar vidas de pessoas com a infecção.

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