'QUEM MATOU?'

Emma Corrin topa fazer 2ª temporada de Assassinato no Fim do Mundo

Atriz liderou com louvor a trama intrigante disponível (completa) no Star+
DIVULGAÇÃO/FX
Emma Corrin em Assassinato no Fim do Mundo
Emma Corrin em Assassinato no Fim do Mundo

Com um desfecho realmente surpreendente, a minissérie Assassinato no Fim do Mundo (Star+) concluiu sua trama na última terça-feira (19). Embora tenha sido pensada como uma história com começo, meio e fim em uma única leva de episódios, Emma Corrin se coloca no primeiro lugar da fila para reassumir o protagonismo na possível 2ª temporada, algo que não é tão difícil de imaginar devido ao sucesso atingido pela produção.

Eu adoraria viver Darby novamente”, afirmou Emma, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Ela é a personagem mais intrigante de se interpretar e eu cresci muito na profissão. Isso não quer dizer que haverá [mais episódios]. Eu não estou sabendo de nada. Mas eu adoraria [interpretá-la de novo], obviamente.”

Jovem que se identifica como pessoa não binária, Emma Corrin, de 28 anos, deu uma reviravolta completa na carreira em um estalar de dedos: de princesa Diana, em The Crown, a hacker/detetive, em Assassinato no Fim do Mundo. A guinada radical provou-se bem-sucedida, pois Emma deu show liderando uma narrativa complexa e muito reflexiva, repaginando a clássica estrutura do “quem matou?”.

Darby Hart, personagem de Emma, foi rotulada de Sherlock Holmes da geração Z. Ela é autora de um livro sobre crimes reais. Durante a adolescência, ao lado do ex-namorado Bill (Harris Dickinson), a jovem caçou um serial killer.

A obra em questão atrai o olhar do bilionário da tecnologia Andy Ronson (Clive Owen) e de sua mulher, Lee (Brit Marling), uma hacker veterana. O casal convida Darby para um retiro exclusivo em seu hotel de ponta na região mais fria da Islândia. 

O tema do encontro é o futuro sombrio do planeta. Os convidados são um grupo intimidante de artistas, cientistas, empresários e ativistas. Assim que uma pessoa do grupo é encontrada morta, Darby se dedica para descobrir as motivações da fatalidade.

Emma demonstrou entusiasmo por esse trabalho pela nova cara dada ao personagem central de tramas no estilo “quem matou?”, geralmente liderada por homens mais velhos. No caso, Darby é detetive da nova geração, atraindo um público mais novo.

“Foi muito legal reinventar esse tipo de personagem”, contou. “Estamos cercados por esses detetives que resolvem assassinatos de uma forma muito típica. Não importa quantas vezes essa história seja refeita; é sempre uma pessoa semelhante no centro.”

Mesmo com um ano de intervalo entre as gravações e o lançamento, atraso por causa da greve dupla que paralisou Hollywood, Assassinato no Fim do Mundo se mostra para lá de relevante ao abordar o uso da inteligência artificial, tema tão recorrente na sociedade atual.

“Sim, foi realmente assustador filmar no ano passado. Mesmo nas conversas que estavam acontecendo naquela época, a gente pensava: ‘Oh, meu Deus, estamos realmente filmando algo incrível’”, disse Emma. “Espero que a série sirva de alerta. Não importa o quão útil a IA possa parecer na maneira como pode agilizar o trabalho e oferecer novas soluções. O que a série faz muito bem é expor o fato de que ela não pode ser uma juíza moral. Não pode replicar a alma humana; e é aí que reside o problema.”

Composta de sete episódios, Assassinato no Fim do Mundo está disponível completa, no Star+.


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