THE CLEANING LADY

A Faxineira estreia 4ª temporada à espera de um milagre para não ser cancelada

Drama americano baseado em produção argentina está no limbo
DIVULGAÇÃO/FOX
Élodie Yung em cena da série A Faxineira
Élodie Yung em cena da série A Faxineira

A quarta temporada da série A Faxineira (The Cleaning Lady) estreou na Max nesta quinta-feira (3), uma semana após ser lançada nos Estados Unidos, pela emissora Fox. O drama americano baseado numa atração argentina está à espera de um milagre para não ser cancelado na atual leva de episódios; um capítulo inédito entra na Max a cada quinta-feira.

O risco só piorou em comparação com a temporada passada, quando também flertou com o fim abrupto. Então, A Faxineira conseguiu emplacar uma encomenda de novos episódios apenas por causa do mercado internacional, pois a série é boa de venda fora dos Estados Unidos. Mas em território americano, a audiência está tão baixa, na casa de 1 milhão de telespectadores por episódio, que torna a continuidade praticamente insustentável.

Um aspecto que pesa contra o drama é que ele tem uma forma mais “serializada”, com arcos narrativos mais longos, um estilo que não funciona bem na TV aberta, tradicionalmente mais amigável às produções procedurais, aquelas que a cada capítulo resolvem um mistério por completo.

Se o ibope de A Faxineira não melhorar significativamente em abril/maio, o cancelamento será inevitável.

O que vem aí na 4ª temporada de A Faxineira

Repleta de ação, a nova leva da A Faxineira traz os personagens queridos em situações cada vez mais imprevisíveis e perigosas. Após três temporadas presa entre o FBI e o mundo do crime organizado, Thony (Élodie Yung) toma a ousada decisão de assumir o controle de seu próprio destino, trocando seu uniforme de faxineira pelo de residente cirúrgica em um pequeno hospital comunitário. 

O retorno de Thony à carreira médica, que ela sacrificou por seu filho Luca (Khalen Roman Sanchez), abre um novo caminho para ambos. Mas, para isso acontecer, ela deve continuar a trabalhar para o cartel, não mais como faxineira, mas como a nova médica da máfia, o que a aproxima cada vez mais de Jorge (Santiago Cabrera), o novo e melancólico líder do cartel. 

Sob o olhar atento do chefe de residentes do hospital, rude, mas atraente, Thony se vê dividida entre dois mundos até que, inevitavelmente, eles colidam.

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